Rubens Gerchman

1942
2008

Rubens Gerchman (Rio de Janeiro, 1942 – São Paulo, 2008) foi um dos protagonistas da Nova Figuração brasileira e das transformações da arte nacional nos anos 1960, tornando-se conhecido por uma obra que aproxima figura, palavra, cultura de massa e cotidiano urbano. Participou das históricas Opinião 65 e Nova Objetividade Brasileira, das Bienais de São Paulo de 1965 e 1967 e das Bienais de Paris, Tóquio e Córdoba. Realizou importantes exposições no MAM Rio, MAM-SP e MASP, onde teve retrospectiva com curadoria de Lina Bo Bardi. Sua produção e sua atuação na formação de novas gerações consolidaram um legado fundamental para a arte contemporânea brasileira.

Rubens Gerchman nasceu no Rio de Janeiro, em 1942. Estudou no Liceu de Artes e Ofícios e frequentou a Escola Nacional de Belas Artes, onde teve aulas de xilogravura com Adir Botelho. No início de sua trajetória profissional, trabalhou como diagramador e programador visual em revistas, experiência que contribuiu para sua aproximação com a linguagem gráfica, a imprensa e os meios de comunicação de massa, elementos que posteriormente seriam incorporados à sua produção artística.

Gerchman despontou no cenário artístico na primeira metade dos anos 1960, tornando-se um dos protagonistas da Nova Figuração brasileira, em um período de intensa renovação das linguagens artísticas e de profundas transformações políticas e culturais no país. Em 1965, participou da histórica Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), e da VIII Bienal Internacional de São Paulo. Em 1967, integrou Nova Objetividade Brasileira, também no MAM Rio, exposição fundamental para as experiências de vanguarda no Brasil, e participou da IX Bienal Internacional de São Paulo.

Sua projeção internacional se ampliou ainda em 1967, com participações na Bienal de Paris, na Bienal de Tóquio e na Bienal Interamericana de Córdoba, na Argentina. No mesmo ano, realizou exposição individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Premiado no Salão Nacional de Arte Moderna, recebeu prêmio de viagem ao exterior e estabeleceu-se em Nova York entre 1968 e 1972, período em que aprofundou suas pesquisas em torno da palavra, do objeto, da instalação e das linguagens conceituais, em contato direto com o ambiente artístico internacional.

De volta ao Brasil, teve sua trajetória reconhecida por importantes instituições. Em 1973, realizou uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), posteriormente apresentada no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP). No ano seguinte, em 1974, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) apresentou uma retrospectiva de sua obra, com curadoria de Lina Bo Bardi.

Paralelamente à produção artística, Gerchman teve atuação relevante no debate e na formação da arte brasileira. Foi um dos criadores da revista Malasartes, importante publicação dedicada à reflexão sobre a produção contemporânea. Em 1975, assumiu a direção do Instituto de Belas Artes, no Parque Lage, participando de sua transformação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Sua atuação contribuiu para consolidar a instituição como espaço de experimentação e liberdade artística, exercendo influência sobre novas gerações de artistas.

Nas décadas seguintes, manteve intensa atividade no Brasil e no exterior. Recebeu bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation, desenvolveu trabalhos nos Estados Unidos e no México e, em 1982, foi artista residente em Berlim pelo programa DAAD – Deutscher Akademischer Austauschdienst. Em 1991, retornou à Bienal Internacional de São Paulo, participando de sua XXI edição com a instalação Clorofila.

Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Rubens Gerchman desenvolveu uma produção que atravessou pintura, desenho, gravura, escultura, objetos e instalações. Multidões, personagens anônimos, concursos de beleza, futebol, manchetes policiais, palavras e imagens provenientes dos meios de comunicação passaram a integrar seu repertório. Entre suas obras emblemáticas está A Bela Lindonéia – A Gioconda do Subúrbio (1966), trabalho que se tornou uma das imagens referenciais da arte brasileira dos anos 1960 e estabeleceu diálogo com o ambiente cultural que daria origem ao Tropicalismo.

Gerchman faleceu em São Paulo, em 2008. Sua trajetória permanece como referência para a compreensão das vanguardas brasileiras da segunda metade do século XX, tanto pela força de sua produção quanto por sua atuação institucional e pedagógica. Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas no Brasil e no exterior, incluindo acervos do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), reafirmando a relevância de sua produção para a história da arte brasileira.

INSTITUTO RUBENS GERCHMAN

Após o falecimento do artista, foi criado, em 2010, o Instituto Rubens Gerchman (IRG), instituição dedicada à preservação, conservação, pesquisa, catalogação e difusão de sua obra e de seu acervo documental. Além das obras de arte, o Instituto preserva materiais de trabalho, biblioteca, correspondências, fotografias, cromos, negativos e documentos relacionados à trajetória do artista. Clara Gerchman, filha do artista, é fundadora e diretora-geral do Instituto e atua na preservação e difusão de seu legado.

Gerchman transitou por diversos temas e linguagens ao longo de sua produção que ficou marcada na cultura e história da arte brasileira, seguem alguns aspectos e temas de sua produção:

 

Palavras e comunicação

A palavra é matéria visual na obra de Gerchman. Letras, nomes e frases deixam de apenas acompanhar a imagem e passam a ocupar a própria composição, chegando também ao objeto e à escultura. Termos como “LUTE”, “AR”, “AMOR” e “BEIJO” aparecem ampliados, fragmentados ou transformados em formas tridimensionais. Ao aproximar texto e imagem, o artista investiga comunicação, desejo, afetividade e também os ruídos e ambiguidades da linguagem.

Beijos, amor e desejo

Casais, encontros e beijos formam um dos núcleos mais reconhecíveis de sua produção. Gerchman aproxima e sobrepõe rostos, simplifica contornos e explora a intensidade do encontro entre duas figuras. O beijo aparece ora sensual, ora afetivo, irônico ou quase como um signo gráfico, permitindo ao artista tratar das relações humanas e da dificuldade ou desejo de comunicação entre os indivíduos.

Multidões e personagens anônimos

Desde os anos 1960, Gerchman se interessa pelas multidões das grandes cidades. Rostos se acumulam e se repetem, criando massas humanas nas quais identidade e anonimato convivem. Em contraponto, personagens comuns — muitas vezes inspirados em fotografias de jornais e revistas — são isolados e elevados à condição de protagonistas, como ocorre emblematicamente em A Bela Lindonéia – A Gioconda do Subúrbio (1966).

Automóveis e a experiência urbana

Carros, ruas, placas e sinais de trânsito integram seu imaginário da cidade moderna. O automóvel surge não apenas como objeto, mas como signo de deslocamento, velocidade, consumo e transformação urbana. Gerchman incorpora esses elementos utilizando uma linguagem próxima à comunicação visual das ruas, aproximando pintura, design, publicidade e cultura popular.

Cultura de massa e cotidiano

Jornais, revistas, televisão, publicidade e imagens de grande circulação constituem importantes fontes para Gerchman. Concursos de beleza, notícias policiais, celebridades, personagens populares e acontecimentos cotidianos entram no espaço da arte. O artista se apropria dessas imagens e as desloca de seu contexto original, revelando as formas pelas quais a sociedade constrói seus ídolos, desejos e identidades.

Futebol e cultura popular

O futebol aparece como parte do imaginário coletivo brasileiro e do interesse de Gerchman pelas manifestações populares. Jogadores, torcedores e referências ao esporte integram uma produção que elimina fronteiras rígidas entre cultura erudita e cultura de massa, transformando símbolos reconhecidos pelo grande público em matéria artística.

Rostos, identidade e retrato

O rosto humano atravessa toda a sua trajetória. Retratos individuais, casais e grandes aglomerações permitem investigar quem somos diante do outro e da sociedade. Gerchman frequentemente simplifica ou fragmenta as feições, trabalhando a tensão entre identidade individual, reconhecimento e anonimato.

Diversidade de técnicas e suportes

Gerchman não restringiu sua pesquisa à pintura. Trabalhou com desenho, gravura, colagem, escultura, objetos e instalações, levando imagens e palavras da superfície para o espaço tridimensional. Essa liberdade de meios permitiu que um mesmo repertório — palavra, corpo, cidade, amor e comunicação — assumisse diferentes formas ao longo de mais de quatro décadas de produção.

Uma crônica visual da vida urbana

Apesar das diferentes fases e linguagens, sua produção mantém uma forte ligação com a experiência humana e social de seu tempo. Cidade, multidão, amor, desejo, comunicação, consumo e cultura popular atravessam sua obra. Gerchman transforma aquilo que parece comum — uma manchete, um rosto, um carro, uma palavra ou um beijo — em instrumento para pensar o indivíduo e sua relação com o mundo contemporâneo.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1964 — Mostra de desenhos e litografias — Galeria Vila Rica — Rio de Janeiro, Brasil

1965 — Galeria Relevo, com texto de Mário Pedrosa — Rio de Janeiro, Brasil

1967 — Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) — Rio de Janeiro, Brasil

1967 — Art-Art Galeria / Ralph Camargo — São Paulo, Brasil

1968 — Art-Art Galeria / Ralph Camargo — São Paulo, Brasil

1968 — Primeiras obras conceituais — Galeria Jean Boghici — Rio de Janeiro, Brasil

1971 — Jack Misrachi Gallery — Nova York, Estados Unidos

1971 — Galeria Ralph Camargo — Rio de Janeiro, Brasil

1972 — Visão Ambiente — Feira de Arte de Nova York — Nova York, Estados Unidos

1973 — Retrospectiva — Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) — Rio de Janeiro, Brasil

1973 — Retrospectiva — Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) — São Paulo, Brasil

1973 — Galeria Ralph Camargo — São Paulo, Brasil

1974 — Retrospectiva, curadoria de Lina Bo Bardi — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) — São Paulo, Brasil

1980 — Foro de Arte Contemporáneo — Cidade do México, México

1980 — Registro Policial — Galeria BB — Rio de Janeiro, Brasil

1980 — Galeria Mônica Filgueiras — São Paulo, Brasil

1980 — Nardin Gallery — Nova York, Estados Unidos

1985 — Clara Manhã, com texto de Armando Freitas Filho — Galeria Klabin — Rio de Janeiro, Brasil

1985 — Petite Galerie — Rio de Janeiro, Brasil

1986 — Galeria Montesanti — São Paulo, Brasil

1986 — Galeria Jean Boghici — Rio de Janeiro, Brasil

1986 — Galeria Maurício Leite Barbosa — Rio de Janeiro, Brasil

1988 — Galeria Toulouse — Rio de Janeiro, Brasil

1988 — Galeria Cândido Mendes — Rio de Janeiro, Brasil

1991 — Galerie Von Mourik — Roterdã, Holanda

1991 — Galerie Nine — Amsterdã, Holanda

1992 — Galeria Garcés Velázquez — Bogotá, Colômbia

1992 — Mitologia Urbana — Galería Sin Límite — San Cristóbal, Venezuela

1992 — Clorofila — Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) — Rio de Janeiro, Brasil

1992 — Claudio Valansi Galería de Arte — Caracas, Venezuela

1992 — Ambrosino Gallery — Miami, Estados Unidos

1993 — Américas — Nova York, Estados Unidos

1993 — Gerações — Museu da República — Rio de Janeiro, Brasil

1993 — Galeria Nara Roesler — São Paulo, Brasil

1994 — Cidade do Gerchman — Galeria Nara Roesler — São Paulo, Brasil

1995 — Meia Dúzia Urbs — Paço Imperial — Rio de Janeiro, Brasil

1995 — Doublé Identidad — Casa de América — Madri, Espanha

1996 — Pinturas e objetos tridimensionais — Forma S.A. Móveis e Objetos de Arte — Brasil

1996 — Galeria Toulouse — Rio de Janeiro, Brasil

1997 — Multi Gerchman — Galeria Forma — São Paulo, Brasil

2000 — Pinturas e Jóias — Galeria Jean Boghici — Rio de Janeiro, Brasil

2001 — Tempo — Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói) — Niterói, Brasil

2001 — Caixa de Fumaça — Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) — Rio de Janeiro, Brasil

2002 — Caixa de Fumaça — Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) — Salvador, Brasil

2002 — Rubens Gerchman: Four Decades — Latin Collector Art Center — Nova York, Estados Unidos

2004 — Galeria Renot — São Paulo, Brasil

2004 — Jardim das Esculturas — Galeria Murilo Castro — Belo Horizonte, Brasil

2006 — Galeria Renot — São Paulo, Brasil

2007 — Rubens Gerchman – Pinturas e Objetos — Galeria Multiarte — Fortaleza, Brasil

2007 — Obra Gráfica — Escola Panamericana de Arte — São Paulo, Brasil

2008 — Rubens Gerchman – Fotopintura — Estúdio Buck — São Paulo, Brasil

2008 — Rubens Gerchman – Fotopintura — Pinakotheke Cultural — Rio de Janeiro, Brasil

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLETIVAS E BIENAIS

1962 — Salão do Trabalho — Galeria das Folhas — São Paulo, Brasil

1965 — Opinião 65 — Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) — Rio de Janeiro, Brasil

1965 — La Figuration Narrative dans l'Art Contemporain — Paris, França

1965 — VIII Bienal Internacional de São Paulo — São Paulo, Brasil

1966 — Opinião 66 — Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) — Rio de Janeiro, Brasil

1966 — Exposição de Arte Contemporânea Brasileira — Museo de Arte Moderno de Buenos Aires — Buenos Aires, Argentina

1967 — Nova Objetividade Brasileira — Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) — Rio de Janeiro, Brasil

1967 — IV Salão de Arte Moderna do Distrito Federal — Teatro Nacional — Brasília, Brasil

1967 — Bienal Interamericana de Córdoba — Córdoba, Argentina

1967 — Bienal de Paris — Paris, França

1967 — Bienal de Tóquio — Tóquio, Japão

1968 — Fashion Poetry Event — Center for Inter-American Relations — Nova York, Estados Unidos

1968 — Bandeiras e Estandartes – Domingo das Bandeiras — Praça General Osório — Rio de Janeiro, Brasil

1969 — I Bienal de Artes Plásticas da Bahia — Salvador, Brasil

1969 — Salão das Pinturas Americanas — Cali, Colômbia

1970 — I Bienal de Medellín — Medellín, Colômbia

1971 — I Bienal de Artes Gráficas — Museo La Tertulia — Cali, Colômbia

1972 — VI Jovem Arte Contemporânea — Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) — São Paulo, Brasil

1973 — Panorama da Pintura Brasileira — Museu de Arte de São Paulo (MASP) — São Paulo, Brasil

1973 — Exposição Brasileira — Feira Internacional de Bruxelas — Bruxelas, Bélgica

1974 — Perspectiva 74 — Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) — São Paulo, Brasil

1974 — Vanguarda Brasileña — Centro de Arte y Comunicación (CAYC) — Buenos Aires, Argentina

1974 — Art Systems in Latin America — Institute of Contemporary Arts (ICA) — Londres, Reino Unido

1980 — II Bienal Ibero-Americana — Cidade do México, México — Prêmio de Desenho

1988 — The Latin American Spirit — Bronx Museum of the Arts — Nova York, Estados Unidos

1988 — Bola de Cristal — Paço Imperial — Rio de Janeiro, Brasil

1989 — ARCO — Feira Internacional de Arte Contemporânea — Madri, Espanha

1989 — Modernidade: Art Brésilien du 20e Siècle — Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris — Paris, França

1991 — XXI Bienal Internacional de São Paulo — São Paulo, Brasil — instalação Clorofila

1991 — FIART — Bogotá, Colômbia

1992 — FIART — Bogotá, Colômbia

1997 — I Bienal do Mercosul — Porto Alegre, Brasil

1997 — Estética do Futebol — Museu Nacional de Belas Artes — Rio de Janeiro, Brasil

1999 — The Millennium Art of the Americas — Washington, Estados Unidos

2000 — Coleção João Sattamini — Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói) — Niterói, Brasil

2003 — Arte e Sociedade: Uma Relação Polêmica, curadoria de Aracy Amaral — Itaú Cultural — São Paulo, Brasil

2005 — Arte Brasileira – Coleção MAB-FAAP — Brasília, Brasil

2006 — Os Onze – Futebol e Arte — Embaixada do Brasil — Berlim, Alemanha; Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) — São Paulo, Brasil

2006 — Tropicália: A Revolution in Brazilian Culture — Barbican Art Gallery — Londres, Reino Unido

2007 — Los Once – Fútbol y Arte — Centro Cultural Estación Mapocho — Santiago, Chile

2007 — Anos 70: Arte como Questão — Instituto Tomie Ohtake — São Paulo, Brasil

PRÊMIOS, BOLSAS E ATUAÇÃO INSTITUCIONAL

1967 — Prêmio de Viagem ao Exterior — Salão Nacional de Arte Moderna

1968–1972 — Vive e trabalha em Nova York — Estados Unidos

1974 — Cofundador e diretor da revista Malasartes

1975–1979 — Diretor do Instituto de Belas Artes, que transforma na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) — Rio de Janeiro, Brasil

1980 — Prêmio de Desenho — II Bienal Ibero-Americana — México

1980 — Bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation — Estados Unidos

1980 — Professor na Universidade Autônoma do México — México

1981 — Prêmio Golfinho de Ouro – Personalidade do Ano, Artes Plásticas — Governo do Estado do Rio de Janeiro

1982 — Artista residente pelo DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst) — Berlim, Alemanha

1985 — Prêmio em Nápoles pelos cartazes realizados para peça de Eduardo Felipo — Itália

EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS SELECIONADAS

2010 — Golaço! Gerchman e o Futebol! — BM&F Bovespa — São Paulo, Brasil

2010 — Tropicália. Die 60s in Brasilien — Kunsthalle Wien — Viena, Áustria

2011 — Rubens Gerchman: Os Últimos Anos — Caixa Cultural — Rio de Janeiro, Brasil

2012 — O Garimpeiro do Asfalto — SESC Duque de Caxias — Rio de Janeiro, Brasil

2012 — América do Sul Pop — Fundación Proa — Buenos Aires, Argentina; Museu de Belas Artes de Bérgamo — Bérgamo, Itália; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro — Rio de Janeiro, Brasil

2013 — 30 × Bienal – Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª edição — Fundação Bienal de São Paulo — São Paulo, Brasil

2014 — Rubens Gerchman: com a demissão no bolso — Casa Daros — Rio de Janeiro, Brasil — curadoria de Eugenio Valdés Figueroa e Clara Gerchman

2014 — Seleção de Craques — Espaço SESI/FIRJAN — Rio de Janeiro, Brasil

2015 — International Pop — Walker Art Center — Minneapolis, Estados Unidos

2015 — International Pop — Dallas Museum of Art — Dallas, Estados Unidos

2016 — International Pop — Philadelphia Museum of Art — Filadélfia, Estados Unidos

Obras de Rubens Gerchman

Cód. AV567

- Sem Título

Serigrafia
101 (A) x
72 (L) cm

Cód. AF13999

- Beijo

Serigrafia
70 (A) x
100 (L) cm

Cód. AV15241

- Casal, 1994

Técnica mista sobre cartão
48 (A) x
30 (L) cm